O cantor e ator Fiuk passou oficialmente à condição de réu na Justiça de São Paulo. A decisão ocorreu após o Ministério Público (MP) aceitar uma denúncia contra o artista por perturbação do sossego alheio. A acusação aponta que o famoso estaria provocando barulhos excessivos durante as madrugadas no condomínio de luxo onde mora, localizado no bairro Alphaville, em Barueri (SP).
De acordo com os relatórios anexados ao processo, os incidentes teriam acontecido repetidamente entre os meses de janeiro de 2025 e março de 2026. A denúncia relata que Fiuk costumava ligar e acelerar propositalmente seus carros de alta performance em horários de descanso dos moradores, gerando grande incômodo e reclamações frequentes da vizinhança.
Fiuk recusa proposta de acordo do Ministério Público
No dia 7 de julho, a Justiça analisou a acusação e concluiu que há indícios suficientes para dar início à ação penal contra o artista. Antes de acolher formalmente a denúncia, o Ministério Público chegou a realizar uma audiência para propor uma transação penal a Fiuk.
O acordo oferecido pelo órgão permitiria o encerramento imediato do processo sem julgamento, desde que o cantor realizasse prestação de serviços à comunidade ou pagasse a quantia equivalente a meio salário mínimo para uma entidade assistencial. No entanto, Fiuk recusou a proposta de transação por afirmar ser completamente inocente de todas as acusações.
Quais podem ser as consequências para o cantor?
Na legislação brasileira, a perturbação do sossego é enquadrada como uma contravenção penal de menor potencial ofensivo. Com o prosseguimento regular do processo na Justiça, caso venha a ser condenado ao final da ação penal, o artista poderá cumprir pena que varia de 15 dias a três meses de prisão, além de estar sujeito ao pagamento de multa.
Fonte/Reprodução: Internet/Redes Sociais

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